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Roger mira clássico contra Corinthians e exalta rendimento fora de casa do Verdão


Depois da polêmica final entre Palmeiras e Corinthians pelo Campeonato Paulista, os rivais se reencontram neste próximo domingo (13), às 16h, em Itaquera, desta vez pelo Campeonato Brasileiro. Vice-líder do Nacional com oito pontos conquistados e com ótimo rendimento fora de casa em 2018, o técnico Roger Machado mostra confiança por um bom resultado no estádio do adversário.

“É outro jogo. Início de Campeonato Brasileiro, um campeonato longo de muitos pontos disputados e que a gente sabe que o início é importante. Este ano é ano de Copa do Mundo, sabemos que depois de 12 rodadas o campeonato parará. Nós iniciamos bem, e o objetivo é a manutenção do bom momento. É um clássico diferente daquele que foi disputado (pelo Paulista), entraremos com o sentimento de conquistar três pontos do Brasileiro. O que passou ficou para trás, agora é um momento diferente”, afirmou o treinador, enaltecendo o bom retrospecto do time longe do Allianz Parque nesta temporada.

“Como mandante, já é difícil conseguir um percentual alto de aproveitamento. Jogando fora de casa, muito em função do fator local e pressão do torcedor que pressionará o time da casa para se expor um pouco mais, os nossos jogadores, que são rápidos, habilidosos e precisam de espaço para jogar, conseguem jogar. Isso foi determinante para conseguir este alto índice”, falou. “Aprendemos a jogar fora de casa, temos um aproveitamento ótimo fora de casa e muito bom em casa também”, completou.

Sobre a formação inicial no clássico, Roger manteve o mistério – a única certeza é a entrada do volante Thiago Santos no lugar do suspenso Felipe Melo. “A tendência é que não haja modificação, dependerá do que pensaremos para o jogo de estratégia. O Thiago (Santos) está confirmado no lugar do Felipe (Melo), é o jogador que mais se assemelha ao Felipe. Ele será muito importante no jogo”, declarou o comandante, que aproveitou para elogiar as atuações dos atletas que tiveram oportunidades nos últimos duelos do Verdão.

“É bom que o treinador fica mais tranquilo para poder alternar a característica do jogador que jogará em determinada posição e saber que responderá bem. Quem ganha com isso é o time, o jogador fica feliz por estar jogando e estar sempre em campo. O treinador não gosta de jogador que não está no time e não está brigando para ser titular. A prova do momento bom é que você troca os jogadores e a engrenagem continua”, finalizou o palmeirense.
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