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Felipe Melo celebra boas atuações em 2018 e elogia trabalho de Roger Machado


O volante Felipe Melo tem sido um dos principais jogadores do Palmeiras em 2018. Com boas atuações e passes decisivos, o camisa 30 se firmou como um dos titulares da equipe do técnico Roger Machado, tornando-se peça fundamental no esquema do treinador palestrino. Depois de uma temporada passada conturbada, o jogador celebra o atual momento no clube.

"Eu comecei o ano passado muito bem também. Depois eu tive o problema que todo mundo sabe e interferiu bastante. Esse ano, graças a Deus, não tive problema e estou dando sequência no trabalho. Fico feliz por estar atuando em bom nível, com regularidade e ajudando os meus companheiros. Isso é muito importante", comentou, exaltando o elenco palmeirense.

"Se eu falar que tem muita diferença, que agora o grupo está muito unido, automaticamente crucificarei quem estava aqui ano passado. Lógico que, com um ano a mais de convivência, cria-se mais casca, familiariza-se mais. Hoje é muito melhor do que o ano passado nesse ponto porque o ano passado era o início, com muita gente chegando. Com o passar dos anos, vamos criando mais amizade e respeito", disse.

Sobre as cobranças de parte da torcida após a perda do clássico contra o Corinthians, Felipe Melo foi direto. “Entendo a raiva por perder um clássico. O cara às vezes esquece a razão e age com o coração. Mas, a partir do momento em que você entra em campo, tudo isso tem de ficar para fora. Tem de gritar, cantar o nome do clube... Se não quiser cantar o nome do jogador, canta o do clube, Palmeiras, porco... Às vezes uma vaia para certos jogadores é transformada em força, mas para outros é de outra forma. Em todos os clubes é assim. Acho que a gente tem de voltar a estar mais junto da torcida e a torcida mais junto do Palmeiras. Isso é importante para nós e para os torcedores. Muitas vezes as pessoas não sabem o que está acontecendo aqui dentro, veem pela mídia e não sabem a real situação. Esse grupo aqui tem vergonha na cara", afirmou o volante, que criticou quem pede a saída do técnico Roger Machado.

"Acho que isso aí é política, não é possível. Não tem lógica pedir a saída de um treinador que está fazendo ótimo trabalho. Acabamos de nos classificar em primeiro geral na Libertadores, em um grupo que muitos falavam que seria difícil classificar. Às vezes falam que o Roger ficou sentado, que não cobrou o time e tal. Muita gente faz esse teatro e do lado de dentro não cobra. O Roger não é dessa maneira. Ele cobra muito, todos da mesma forma. O erro faz parte. Ele vai errar, eu vou errar em decisões. Errei no jogo contra o Botafogo, o erro faz parte. O importante é a confiança que ele tem de nós, jogadores, da diretoria e creio que dos verdadeiros torcedores também", finalizou.
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