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Guerra cresce no Palmeiras e deve bater recorde na carreira!

Brincalhão nos bastidores, meia usa gírias venezuelanas e é usuário assíduo de redes sociais. Em campo, também tem se mostrado cada vez mais solto, como no domingo.

s dois gols que marcou na vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, no domingo, foram mais uma mostra de que Alejandro Guerra vive grande fase no Palmeiras. Dentro e fora de campo, o venezuelano tem se soltado cada vez mais e mostrado o motivo de ter sido eleito, com a camisa do Atlético Nacional, o melhor jogador da Libertadores de 2016.
Apesar de não gostar de dar entrevistas e aparecer diante das câmeras, o meia é um dos mais brincalhões do elenco. É muito próximo dos colombianos Miguel Borja (colega de clube no ano passado) e Yerry Mina, mas também está sempre por perto dos brasileiros. Costuma chamá-los de "panas", gíria venezuelana usada para "amigos".
Usuário assíduo de redes sociais, Guerra também tem por hábito externar seu dia a dia profissional e pessoal por meio de vídeos e fotografias. No último sábado, véspera da partida contra a Ponte Preta, entregou parte da lista de jogadores relacionados - não mais divulgada pelo clube - ao publicar selfie com seis colegas de time no hotel em Campinas: Borja, Mina, Raphael Veiga, Fabiano e Erik.

Foi Erik, a propósito, autor da assistência para o seu segundo gol. Surpresa na escalação titular, o atacante deu um toque de letra para Guerra bater da entrada da área, no canto esquerdo de Aranha, no primeiro tempo. Pouco antes, o venezuelano, conhecido mais por deixar os companheiros diante do gol, havia aberto o placar ao receber lançamento de Tchê Tchê cara a cara com o goleiro.
Com os dois deste domingo, Guerra tem agora seis gols (quatro deles no Campeonato Brasileiro) em 23 jogos pelo Palmeiras. Números muito comemorados internamente pela comissão técnica, tendo em conta que em 2016 ele foi a campo apenas 34 vezes (e balançou a rede em nove oportunidades).

Prestes a completar 32 anos - faz aniversário em 9 de julho -, o meia recebe atenção especial da preparação física e do departamento médico por geralmente acusar desgaste físico maior do que os demais jogadores. Nas temporadas mais recentes, não passou de 35 atuações em um ano. Ao que tudo indica, portanto, pode bater recordes com a camisa palmeirense. Mas com cautela.
– A gente tem que tomar cuidado. Não pode perder jogador por jogos excessivos. Ele está suspenso do próximo jogo, vai ficar fora recuperando para quarta-feira – disse o técnico Cuca, enquanto o elogiava.
O compromisso de quarta-feira, contra o Cruzeiro, é válido pelas quartas de final da Copa do Brasil. No sábado, a equipe não terá Guerra diante do Grêmio, vice-líder do Brasileiro, no Pacaembu. Nem ele nem seus "panas" Mina e Tchê Tchê, igualmente suspensos.

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