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Em busca da terceira vitória seguida, Palmeiras visita adversário incômodo


Retrospecto negativo, lembranças ruins e atenção dividida com outro torneio. Ter de enfrentar a Ponte Preta, como é o caso deste domingo, no estádio Moisés Lucarelli, às 16h, leva o Palmeiras a resgatar o passado e ter a certeza de que o adversário é um dos mais complicados neste Campeonato Brasileiro. 

Na campanha do título do ano passado, somente quatro times não perderam para o Palmeiras. Um deles foi a Ponte Preta. Neste ano o Alviverde começou a viver a crise que causou a saída do técnico Eduardo Baptista depois de ser eliminado pelo time de Campinas na fase semifinal do Campeonato Paulista.

O Palmeiras não derrota a Ponte no Moisés Lucarelli em Campeonatos Brasileiros desde 2005. “É um lugar difícil de jogar. Eles têm uma maneira de atuar em casa, passam bem a linha da bola e saem em velocidade”, disse o técnico Cuca sobre o local da partida.

A busca pela terceira vitória consecutiva contra um time com pontuação parecida na tabela coincide com a disputa da Copa do Brasil. Na próxima quarta-feira o Palmeiras recebe o Cruzeiro, pelo jogo de ida das quartas de final, e se preocupa com o desgaste do elenco.

Por isso, em Campinas o técnico deve apostar em quem não pode jogar no mata-mata, como Mayke, Luan e Juninho. Os três já disputaram a competição por outras equipes. "Vamos com a melhor formação possível, mas respeitando o limite. Temos de diminuir a intensidade de alguns treinos", disse.

A expectativa é para a possível estreia do volante Bruno Henrique. Apresentado na última semana, o ex-corintiano deve ficar no banco de reservas e ser acionado no segundo tempo. No ataque, Willian possivelmente retorna depois de cumprir suspensão e, por opção de Cuca, substitui Borja.

A Ponte Preta vive dilema parecido sobre poupar. Apesar de na quinta o time pegar o Sol de América, do Paraguai, pela Sul-Americana, o técnico Gilson Kleina deve optar por manter a formação do último jogo.
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