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Grama e garganta secas: as preocupações do Palmeiras após treinar em Cochabamba


O elenco do Palmeiras trabalhou na noite desta terça-feira por aproximadamente duas horas no estádio Félix Capriles, palco da partida contra o Jorge Wilstermann. Ao final das atividades, não houve queixas quanto à altitude de 2.570m, mas sim quanto ao clima seco de Cochabamba e ao gramado.

– A grama está baixa, o tamanho está bom. Porém, está seca, um pouco dura, a bola fica pingando. Se no jogo continuar seco assim, vai ficar complicado. Temos de ter atenção, principalmente para dominar o passe rasteiro, para não dominar errado e dar um possível contra-ataque ao adversário - alertou o lateral-direito Jean, ao minimizar os efeitos da altitude.

– Não senti muito (a velocidade maior da bola). Pelo menos nas viradas que fizemos no aquecimento, nos cruzamentos... Acho que a única diferença é quando você bate forte para o gol, que (a bola) pega uma velocidade rápida. Mas para cruzamento e domínio não vi muita diferença, não – acrescentou ele.

Desde a chegada da delegação palmeirense a Cochabamba, no início da tarde desta terça-feira, a sensação foi a mesma: a maior dificuldade provavelmente será pelo clima seco da cidade. Ponto que foi abordado novamente pela comissão técnica e também pelos jogadores depois do treinamento no estádio.

– Está realmente muito seco, tem de ter bastante água na linha lateral para poder pelo menos molhar a garganta. A minha maior dificuldade foi essa. Não foi a bola, foi mais para respirar, principalmente no começo – comentou Jean.

A bola rola no Félix Capriles a partir de 21h45 (de Brasília) de quarta-feira. Com o empate entre Tucúman e Peñarol, o time treinado por Eduardo Baptista, que lidera o Grupo 5, precisa de apenas um ponto para confirmar a classificação ao mata-mata de forma antecipada.
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