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Confiante, Guerra pede ‘inteligência’ contra Peñarol e alerta: ‘Equipe forte’


Classificado para as semifinais do Campeonato Paulista, o Palmeiras agora volta a campo pela Conmebol Libertadores Bridgestone nesta quarta-feira (12), às 21h45, contra o Peñarol-URU, para manter a liderança do grupo 5 da competição internacional. Campeão do torneio sul-americano em 2016, o meia Alejandro Guerra vê com otimismo o futuro do Verdão na Libertadores, mas sabe que o clube não terá vida fácil para levar a taça nesta temporada.

“O Palmeiras armou uma equipe para ser campeã da Libertadores. Hoje em dia, o Palmeiras tem muitos jogadores experientes, com muita técnica e sabedoria para jogar. Mas temos de demonstrar o nosso valor a cada partida porque não se joga com nome, no campo são 11 contra 11. O Palmeiras sabe respeitar os rivais, por isso tem ido bem nos campeonatos que está jogando”, destacou o camisa 18, alertando sobre o rival do Uruguai.

“O Peñarol é uma equipe grande da América do Sul, as partidas sempre são diferentes e difíceis. Mas a nossa equipe está com muita confiança e penso que será uma partida muito travada, dura e teremos de ser muito inteligentes”, comentou. “Os times uruguaios jogam forte. Nós temos de fazer uma marcação forte, ser inteligente e não fazer tanta falta perto da área. Sabemos que é uma equipe forte”, completou.

O venezuelano, por sua vez, conta mais uma vez com a massa palmeirense para mais uma vitória na competição. “A torcida do Palmeiras sempre me deu apoio. Em todo momento me apoiaram, mandaram mensagens, não só para mim como para toda a equipe. É uma torcida que apoia em todos os momentos da partida, e isso ficou muito claro contra o Jorge Wilstermann, quando fizemos um gol nos últimos minutos depois de todo o apoio que recebemos da torcida durante toda a partida”, relembrou o atleta.

Mais à vontade no Palmeiras, Guerra teve ótima atuação no triunfo por 3 a 0 sobre o Novorizontino, na última sexta-feira (07), no estádio do Pacaembu, pelas quartas de final do Paulistão. “Foi graças aos meus companheiros, que me ajudaram muito na partida. Me senti solto, não sei se foi a minha melhor partida, mas eu estava com muita confiança. Foi um jogo com muita intensidade, estou me sentindo cada vez melhor”, falou, citando também a sua adaptação à cidade de São Paulo.

“O princípio foi complicado, me falaram muito do trânsito. Eu moro em Alphaville, está um pouco longe. Mas me sinto melhor, agradeço a todos que reconhecem e apoiam o meu trabalho, isso facilita muito a minha adaptação. A minha família está se acomodando um pouco mais a cada dia também”, contou.
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