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Em alta, Prass ainda sonha com chance na Seleção


Aos 38 anos, Fernando Prass ainda sonha vestir a camisa da seleção brasileira pela primeira vez na carreira. Cortado dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro no ano passado por causa de uma fratura no cotovelo, o goleiro do Palmeiras voltou a falar sobre uma chance com Tite e até sobre uma vaga na equipe que disputa a Copa do Mundo no ano que vem.

Um dia após ser o principal destaque do Verdão na vitória sobre o Santos, na Vila Belmiro, Prass concedeu entrevista coletiva na Academia de Futebol e disse ainda aguardar uma oportunidade para mostrar serviço a Tite e estar na Seleção na Copa da Rússia, em 2018.

– Tem jogador que tem carreira fantástica sem nunca ir para a Seleção. Não é frustração, mas fica faltando algo na carreira. Eu também penso em jogar na Seleção, óbvio. Em relação a idade, sempre usei o Zé Roberto (42 anos) como exemplo, se ele é o melhor lateral do Brasil precisa ser convocado. O rendimento campo vai te dizer se tem condições ou não, a idade é o que menos importa. Óbvio que eu sonho e vou sonhar até o dia em que eu deixar de jogar – afirmou.

Para continuar mostrando serviço e ser lembrado na Seleção, Prass precisa ter contrato. Seu vínculo com o Verdão vence no final deste ano. 

– Eu não posso pensar em longo prazo. A Copa do Mundo é 2018, eu tenho contrato com o Palmeiras até o fim do ano. Tenho de pensar em fazer o melhor possível para renovar e ficar mais um tempo aqui. As coisas vêm ao natural, jogar bem, ter uma performance boa para ser lembrado de novo no grupo de goleiros que possam ser convocados. O jogador tem o direito e até o dever de sonhar com a Seleção. Se vai chegar é outra coisa – disse.

Ídolo da torcida do Palmeiras, Prass começou a temporada de 2017 novamente como titular. Em recuperação durante grande parte do segundo semestre do ano passado, o goleiro viu Jailson entrar na equipe e ser peça importante na conquista do Brasileirão.

Novamente 100%, ele brinca com a sequência na equipe e diz não ter intenção em ser poupado nas rodadas finais do Paulistão – o Verdão já garantiu classificação para o mata-mata do torneio estadual, mas ainda luta pela liderança geral da competição.

– Descansei cinco meses no ano passado. Muito. Descansei para o resto da carreira já (risos).
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