-

Bem-vindo, Borja! A casa alviverde é toda sua

Miguel Borja teve um sábado de Carnaval quase tão agitado como se tivesse saído para sambar em um dos vários blocos que passarão por São Paulo. Pela manhã, saiu do descanso da concentração para dar entrevista, falar da sua alegria por estar no Palmeiras e toda aquela conversa a qual já estamos acostumados.

Relacionado, foi para o jogo contra a Ferroviária no banco de reservas. Para alguns, exagero. Para outros, desespero de um Eduardo Baptista com a corda no pescoço. Se o motivo realmente era este último, valeu a pena: no momento em que a Ferroviária mais ameaçava chegar ao empate, nosso novo camisa 12 mostrou a que veio: roubou a bola, tabelou com Dudu e bateu firma na saída do goleiro Mateus, sem nenhuma chance. Uma bela amostra do que pode fazer durante o resto do ano. Se bienvenido, Borja. La casa es tuya.

Pressão a todo vapor

Bastou sair a escalação, com Zé Roberto no meio e sem Guerra ou Raphael Veiga entre os titulares para que as cornetas já começassem a soar nas mídias sociais e grupos de whatsapp em verde e branco. Eduardo Baptista ganhou a alcunha de "professor Pardal" e muitos dos cada vez menos pacientes reclamaram (eu incluso).
O fato, porém, é que a escalação funcionou bem no primeiro tempo, embora o time tenha de novo falhado no terço final - Keno abriu o placar numa das poucas jogadas que efetivamente funcionou. No segundo tempo a coisa melhorou um pouco e Michel Bastos ampliou numa jogada também criticada, a cobrança de falta ensaiada - que quarta-feira vimos bem como acabou.
Share on Google Plus

About Palmeiras WebTV

    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 comentários:

Postar um comentário