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Vitor Hugo vê ‘vida mudar’ após Verdão e revela propostas: ‘Bati o pé para ficar’


Há quase dois anos no Palmeiras, o zagueiro Vitor Hugo se tornou uma das referências do time comandado pelo técnico Cuca. Integrante fundamental da segunda defesa menos vazada deste Campeonato Brasileiro, o camisa 4 mostra-se extremamente realizado com o seu atual momento no Verdão, principalmente pelo fato de a equipe palestrina estar bem próxima do título do Nacional.

“É impressionante como a minha vida mudou em dois anos. Não tem nem comparação. Antes eu era só pedreiro da bola, servente de jogador. Hoje sou jogador de verdade, me sinto assim. É bom para o nosso ego, a gente se sente bem, valorizado pelo trabalho. Pessoalmente, acho que sou o mesmo ainda e espero manter assim. Sobre as sondagens que recebi, é bacana de ver o reconhecimento. Foi bom eu ter ficado no Palmeiras, bati o pé para ficar”, declarou o defensor, que agradece o carinho da torcida fora das quatro linhas.

“Quem era o Vitor Hugo antes do Palmeiras? Agora, em todos os lugares por onde eu vou, tem palmeirenses querendo tirar fotos, parabenizar pela campanha e dizer que estamos juntos rumo ao título. É bacana demais jogar em um time grande e ser reconhecido, dá um prazer por dentro que é muito bom”, afirmou.

Já sobre a reta final no Brasileirão, o atleta demonstra muita sinceridade. “Faz um tempo que a gente vem demonstrando que estamos bem de cabeça e segurando a ansiedade, que não está pouco. Tenho frio na barriga e vontade de ir ao banheiro direto (risos), mas é assim somente até a bola rolar, depois fica tranquilo. Mesmo sofrido, o importante são os três pontos nesta reta final. O negócio é pontuar, depois a gente pensa em jogar bonito”, disse, projetando o duelo com o Atlético-MG, na quinta-feira, às 21h, em Minas Gerais.

“Estamos treinando e só pensando no Atlético-MG porque estamos levando cada jogo como uma final. Se a gente perde, eles (adversários) encostam. Se a gente ganha, mantemos os pontos e, de vez em quando, temos uma vantagem maior. Estamos controlando a ansiedade por causa do bom elenco que temos, todos estão fazendo um trabalho sério e isso ajuda um pouco. Mas, conforme chega a hora do jogo, é difícil até dormir. Rola para um lado e para o outro, e o sono não vem. Mas estamos indo bem, conseguindo segurar e espero que isso acabe logo”, completou.
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