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Tchê Tchê enaltece parceria com Moisés e resume momento no clube


A parceria entre Tchê Tchê e Moisés tem sido um ponto forte do Palmeiras na disputa do Campeonato Brasileiro. O entrosamento rápido e a assiduidade dos dois palestrinos nas partidas do Nacional fazem do meio de campo do Verdão um dos melhores da competição, e isso se deve também à amizade construída fora das quatro linhas. Com sorriso no rosto, o camisa 32 cita com carinho a relação com o amigo de equipe.

“É uma pessoa que peguei um carinho grande e uma amizade boa, tanto dentro de campo quanto fora. Sentirei a ausência dele, tem visão e passe longo. Fará falta, mas quem entrar dará conta, assim como aconteceu outras vezes”, falou. “A gente deu certo porque basicamente os dois vinham de uma situação um pouco difícil, um por ser uma aposta e o outro por lesão. A gente se deu bem, um confia no outro. Sabíamos da qualidade de cada um e deu muito certo”, emendou o palmeirense, comentando a recente declaração de Moisés, que garantiu estar vivendo a melhor parceria no futebol desde o início de sua carreira.

“A gente tem um lance de amizade muito bom. Realmente, a gente se completa. Depois que vi a matéria, eu até mandei mensagem para ele: ‘Você jogou com tantos caras e fala que eu sou o melhor, quer enganar quem?’ (risos). Ele também é o jogador com quem me dei melhor, estou feliz de atuar com ele e espero estender isso ainda mais”, afirmou.

Tchê Tchê, inclusive, resume com muita alegria o seu atual momento no Palmeiras. “Fico muito feliz pela fase que estou vivendo, não só a minha, mas do coletivo. Significa a realização de um sonho para mim, sempre sonhei em estar em um clube grande como o Palmeiras. Os meus pais têm orgulho de mim. Mas não deixo os elogios de fora interferirem em meu rendimento”, explicou. “Não sou fundamental, sou só mais um. Tento me entregar ao máximo para a equipe. Do jeito que o time precisar, eu darei o meu melhor”, emendou o volante.

O jogador, porém, mantém a cautela quando questionado sobre o futuro do clube no Brasileirão. “Se tivermos um tropeço, os adversários encostarão e teremos uma pressão enorme. É uma vantagem, não dá para negar, mas temos de manter os pés no chão. As equipes são muito qualificadas, vimos a dificuldade que foi contra o Santos, então temos de ter respeito até a última rodada”, finalizou.
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