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Prass vê árbitro com medo em Rosario e reclama: “Faltou coragem”


Com arbitragem do equatoriano Roddy Zambrano, auxiliado pelos compatriotas Byron Romero e Christian Lescano, o Palmeiras empatou por 3 a 3 com o Rosario Central na noite desta quarta-feira, no lotado Estádio Gigante de Arroyito. O goleiro Fernando Prass deixou o campo insatisfeito com a performance do trio.

“Infelizmente, é isso que a gente ainda encontra na Libertadores. Na verdade, faltou peito, faltou coragem. Um juiz que tem medo de apitar não pode apitar um jogo importante como esse”, declarou o experiente goleiro palmeirense em entrevista ao Sportv.

Torcedores do time argentino posicionados atrás do gol atiraram objetos na direção de Fernando Prass. Ao final da partida, o atleta recolheu os artefatos para mostrá-los ao árbitro. Em seguida, discutiu com o argentino Franco Cervi, camisa 10 do Rosario Central.

“Se fosse atirado no assistente, ele pararia o jogo e chamaria o policiamento. Como foi em mim, não fez nada. Ignorou a gente o tempo todo, começou a inverter faltas. Tinha uma atitude totalmente destemperada com nossos jogadores e uma atitude muito mais contemplativa com os jogadores do Rosario”, reclamou Prass.

O Palmeiras terminou a partida com um jogador a menos, já que aos 27 minutos do segundo tempo o atacante Gabriel Jesus acabou expulso após cair em provocação de Damian Musto. Ainda assim, o time brasileiro buscou o empate com gol do centroavante Lucas Barrios.

Questionado se faltou tranquilidade ao Palmeiras para administrar a vantagem no placar, Prass relativizou. “É complicado, cara. Vai falar que faltou tranquilidade também para o Rosario ter que correr atrás do resultado jogando em casa? Foi um jogo equilibrado e, com um a menos, ficou ainda mais difícil”, afirmou.

Com os mesmos oito pontos ganhos, Rosario Central e Nacional dividem a liderança do Grupo 2. O Palmeiras tem cinco pontos e o River Plate-URU, dois. O time brasileiro depende de uma combinação de resultados para avançar, e o goleiro Fernando Prass segue com esperanças.

“Não é o resultado ideal, é claro que a vitória nos deixaria em uma situação muito boa. Mas não nos tira as possibilidades. Agora, vamos esperar o resultado do jogo de amanhã (River Plate-URU x Nacional) e ver o que precisamos. Não é nada anormal que o Nacional vença o Rosario em Montevidéu e que a gente vença o River em São Paulo (na última rodada)”, afirmou.



Fonte: Gazeta Esportiva
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3 comentários:

  1. Pois é se naquelas duas derrotas tivesse empatado uma pelo menos a coisa seria bem diferente, mas temos chance ainda não foram desligados os aparelhos estamos respirando!

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  2. Só queria tanto colocar os gambás para fora!

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  3. Só queria tanto colocar os gambás para fora!

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