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Egídio elogia Cuca e usa clássico como exemplo para jogo na Argentina


A convincente vitória do último domingo sobre o Corinthians, time de melhor campanha no Campeonato Paulista, aumentou muito a confiança no Palmeiras. Foi o segundo triunfo seguido depois de quatro derrotas sob comando do técnico Cuca (contratado há três semanas) e, ainda, o fim de um tabu de quase 21 anos sem bater o maior rival no Pacaembu.

Um fato excelente para quem, às 21h45 (de Brasília) de quarta-feira, terá outra partida importantíssima para classificação, mas desta vez pela Taça Libertadores: na Argentina, a equipe precisará de pontos diante do Rosario Central, que ainda não foi derrotado como mandante nesta temporada e se poupou no fim de semana para este confronto.

– Se for parecido com o clássico, em que eles (Corinthians) se preservaram também, e nós mostramos muita força, superioridade em campo... Nosso exemplo é esse. Os caras se preservaram, mas nós jogamos bem. Independentemente de quem for escalado, o time vai dar seu melhor – disse o lateral-esquerdo Egídio.

Para o jogador, os bons desempenhos contra o Rio Claro (vitória por 3 a 0, na última quinta) e Corinthians já são reflexo do trabalho do técnico Cuca.

– Ele já mexeu muito com nosso psicológico. É um treinador vencedor, está formando o time com a cara dele. Pegou muita gente de surpresa na escalação. Não sabemos se ele vai repetir o time que jogou no último domingo, mas está fazendo trabalho ótimo junto com os agregados que vieram com ele. Certamente, nós vamos crescer ainda mais neste ano.

Para não interromper esse crescimento, o Palmeiras não pode ser derrotado na quarta-feira. Caso contrário, será eliminado com uma rodada de antecedência na fase de grupos da Libertadores. Empate ou vitória mantém o time lutando pela vaga, tendo depois um compromisso em casa contra o River Plate do Uruguai, teoricamente o adversário mais fraco da chave.

– É o jogo do ano, uma extrema final. Nem estou pensando em resultado negativo, de chegar a São Paulo naquele jeito... O time se mostrou firme e forte no clássico, bateu o tabu de tantos anos sem ganhar (do Corinthians) no Pacaembu. É essa força que temos que levar para dentro de campo – reforçou o lateral, que, particularmente, também tem melhorado de produção.

– O mesmo torcedor que pega no pé, depois te aplaude. Eles cobram realmente de quem eles vêem que pode ajudar. Os meninos brincaram comigo que foram os mesmos torcedores que gritaram meu nome no clássico. Quando eu não ia bem, o time também não vinha tão bem. É ter regularidade, que vamos chegar longe, junto com o Palmeiras.



Fonte: Globo Esporte
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