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Cuca é o nome mais forte para assumir o verdão!


A demissão de Marcelo Oliveira logo após um jogo em que o técnico nem comandou o time, pois cumpriu suspensão na derrota para o Nacional (URU) nessa quarta-feira (9 de março), mostra que a diretoria não teve mais paciência com um técnico que já não inspirava confiança desde o ano passado. O nome mais forte para assumir o Palmeiras, no momento, é Cuca.
O técnico está desempregado desde o fim do ano passado, quando rescindiu com o chinês Shandong Luneng. Indicou estar de volta ao mercado recentemente, após passar por problemas de saúde na família, e chegou a negociar recentemente com o Fluminense, que acabou contratando Levir Culpi.
Cuca foi jogador do Palmeiras no começo da década de 1990, durante o jejum de títulos da equipe, e nunca escondeu sua vontade de dirigir o time. Não é unanimidade na diretoria, mas conselheiros fazem pressão para a sua contratação, o que ganha importância ainda maior em ano de eleição no clube.
No Verdão, há quem cogite o anúncio de Cuca ainda nesta semana, a tempo de estrear na próxima quinta-feira, contra o Nacional, em Montevidéu, pela Copa Bridgestone Libertadores. No domingo (13 de março), já está confirmado que Alberto Valentim comandará o time interinamente no clássico diante do São Paulo, às 11 horas (de Brasília), no Pacaembu, pelo Campeonato Paulista.
Ao comunicar a demissão de Marcelo Oliveira, o diretor de futebol Alexandre Mattos avisou que buscaria um substituto já na madrugada desta quinta-feira. “Queremos um técnico vencedor, técnico de Palmeiras, com pensamento de buscar vitórias. Vamos tentar uma mudança agora. Não tem ninguém bobo aqui. As coisas não estão andando”, falou o dirigente.
A declaração deixa clara a falta de confiança em Marcelo Oliveira. Mattos sempre criticou publicamente o desempenho do time no segundo turno do Brasileiro de 2015, principalmente por ver a equipe passar todo o mês de novembro sem ganhar. Antes da decisão da Copa do Brasil, vencida pelo Palmeiras nos pênaltis, o técnico teve uma conversa em tom de cobrança com o dirigente, mas também recebeu confiança diante dos maus resultados.
“Eu tinha conversado com ele dois dias antes da final da Copa do Brasil. Fomos à sala do presidente e dissemos que, independentemente do que acontecesse, tínhamos confiança. Infelizmente, não foi o que a gente pensou”, lamentou Mattos, tentando controlar as críticas ao profissional informado de sua demissão em rápida conversa depois da derrota dessa quinta.
“Não fiquei decepcionado com o Marcelo e os resultados. A decepção é com o coletivo, englobando direção, jogadores, preparação física…. Não é justo que a responsabilidade seja só do treinador. Tem que ser compartilhada com todos. Eu mesmo assumo a responsabilidade, e os jogadores vão assumir. Precisamos evoluir como time”, cobrou o diretor de futebol.
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