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Palmeiras ganha ação contra David Braz e Panathinaikos


A Corte Arbitral do Esporte determinou que o zagueiro e os gregos paguem cerca de R$ 2,8 milhões (valor não é exato por causa cotação do Euro) à agremiação que o revelou para o futebol.
A decisão foi tomada faz dois meses.
O Alviverde ficou com 70% da monta.
O restante é dos parceiros que possuíam direitos econômicos sobre a transferência.

A saída

O atleta chegou em 2002 ás categorias de base do Palmeiras.
Subiu à principal em 2008, quando chegou a ser titular antes de se machucar.
Naquela temporada conseguiu a liminar para rescindir o vínculo profissional e assinou com o Panathinaikos.
Os advogados dele alegaram, na Justiça do Trabalho, que o cliente não queria renovar, mas havia o contrato de gaveta e o Palmeiras o registrou para manter o zagueiro.
A liminar invalidou, provisoriamente, o novo contrato.

Marcou todos os gols possíveis

O time, hoje, do Alliaz Parque, foi aos tribunais trabalhistas questionar.
Afirmou que a renovação do contrato aconteceu em comum acordo. Ganhou em primeira instância, na segunda e no TST.

Do outro lado do Atlântico

Pegou todas as decisões favoráveis e foi ao tribunal da Fifa.
Impetrou ação, faz cinco anos, contra o jogador e o time helênico.
Alegou que os gringos fizeram a oferta com o contrato dele em vigor e antes de seis meses do encerramento do mesmo, prazo no qual são permitidas as negociações entre os atletas e agremiações.
O último capítulo do imbróglio aconteceu no CAS, em Lausanne, com o zagueiro na audiência.
Há cerca de 2 meses a Corte Arbitral do Esporte determinou que o Palmeiras tinha razão e estipulou qual a punição para o Panathinaikos e David Braz..

Não foi apenas por dinheiro

Muitos torcedores e dirigentes do Palmeiras não engoliram a maneira como David Braz deixou a agremiação.
Alguns, na época, ficaram muito irritados com o estafe do zagueiro.
Criticaram quem o orientou e avaliaram que era uma questão de honra ganhar o caso.
O resultado, por isso, deve ter sido mais comemorado que a grana recebida.



Fonte: Blog do Birner/UOL
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