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Fellype Gabriel cita vitória particular após estrear em momento difícil


Trazido ao Palmeiras no fim de maio, por intermédio de Oswaldo de Oliveira – técnico com quem trabalhou no Botafogo em 2012 -, Fellype Gabriel viveu expectativa de cinco meses para estrear oficialmente com a camisa alviverde, fato que aconteceu apenas no último domingo, na derrota para o Vasco, no Palestra Itália. Apesar do revés – o terceiro seguido – que deixou a equipe ainda mais distante da briga pelo grupo dos quatro primeiros, o meia se esforçou para extrair algo positivo do tropeço.

Em coletiva nesta quarta-feira, após dois dias de folga do elenco – à exemplo do que aconteceu na última semana -, o jogador celebrou sua volta aos gramados após superar uma série de problemas físicos e, inclusive, atrasos na documentação. “Foi um momento feliz, uma vitória particular minha apesar da derrota. Não esperava estrear com derrota, mas foi uma vitória particular voltar a jogar após mais de um ano. É justamente arrumar alguma coisa boa depois de tudo de ruim. Meus familiares sabem o que eu passei, sabem o quanto foi difícil”, comentou com os olhos já marejados.

Contratado no fim de maio, com o passe regularizado no fim de julho, e relacionado pela primeira vez apenas em meados de agosto – no primeiro duelo contra o Cruzeiro, pelas oitavas da Copa do Brasil – Fellype Gabriel precisou lidar com as contusões – a mais recente, uma inflamação lombar – e com a mudança no comando técnico para buscar espaço, já que o tutor Oswaldo deixou o clube cerca de duas semanas após sua contratação.

“O Oswaldo já me conhecia, já sabia o jeito que eu jogo. O Marcelo ainda não me conhecia muito, então quando ele chegou eu tive que fazer um outro trabalho para ele poder avaliar a questão física. A gente fez outro tipo de preparação e aí ele começou a me relacionar para os jogos. Agora estou tranquilo, espero aproveitar as oportunidades. Temos que concentrar nesses últimos jogos, além das finais, para que a gente possa dar o nosso máximo e alcançar o que a gente almeja”, contou.

Com mais quatro jogos pela frente no Campeonato Brasileiro, fora as duas finais da Copa do Brasil, o meia acredita que pode brigar por espaço na reta final, mas prefere pensar em um jogo de cada vez. “Vou continuar trabalhando forte e, se o professor optar por mim, vou seguir tentando aproveitar as oportunidades para jogar o máximo de jogos que eu puder. Foi só o meu primeiro jogo e agora o dia a dia que vai me dar as condições”, declarou.


Fonte: Gazeta Esportiva
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