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Em recuperação, Gabriel crê no título e projeta volta em fevereiro


Sem pisar nos gramados desde agosto, quando lesionou o ligamento cruzado anterior do joelho direito em jogo contra o Atlético-PR, Gabriel está na metade da recuperação. Em processo de fortalecimento físico, a conquista mais recente do volante foi a corrida no campo, um primeiro passo para o retorno. Planejando a volta para meados de fevereiro, no decorrer do Paulistão, o jogador agora fica na torcida pela recuperação do time na reta final do Brasileirão e nas finais da Copa do Brasil.

Mesmo de fora dos treinos e jogos, Gabriel segue vivenciando o dia a dia na Academia de Futebol e pôde afirmar, contra qualquer prenúncio de crise, que o grupo está unido na tentativa de fechar o ano de forma positiva, quem sabe, brindando a reformulação com o título e a consequente vaga na Copa Libertadores. “Pelos últimos resultados do Brasileiro ficou difícil. O caminho mais curto é a Copa do Brasil. São dois jogos e temos totais condições de ser campeão em cima do Santos” falou adotando um tom otimista.

Após amargar o vice-campeonato paulista diante do Santos no início do ano, o volante agora se limita a torcer num confronto que promete ser equilibrado, de acordo com sua visão. “São praticamente os mesmos times. O Santos perdeu o Robinho, um jogador que desequilibra, mas vejo que essa final está totalmente parelha. Eles estão em um momento melhor, ninguém é louco de falar diferente, mas é uma final. Não tem favoritismo. São dois jogos de 90 minutos para decidir”, comentou.

Contratado por intermédio de Oswaldo de Oliveira, e com vínculo de empréstimo até o fim de 2016 com o Verdão, Gabriel viu seu tratamento ficar mais intensivo após três meses. Tratando em dois períodos, de manhã e à tarde, o volante não poupa esforços para se recuperar plenamente. “Não vejo a hora, nos dias de jogo fico até chateado por não estar dentro de campo. Comecei a correr agora, ainda não tive contato com a bola depois da lesão. A princípio já vou estar reintegrado ao grupo na pré-temporada, em fevereiro completa seis meses”, admitiu. “Acho que no meio de fevereiro já vou estar liberado”, prosseguiu.

Quando saiu do time, ainda no fim do primeiro turno, o Palmeiras ocupava a terceira posição e estava a somente quatro pontos do líder. Pouco mais de três meses depois, o cenário é diferente. O título, virtualmente ganho por um rival; o time, caiu sucessivas posições na tabela e figura na nona posição, a seis pontos do grupo dos quatro. A coincidência, que Gabriel lamenta, é também tratada com naturalidade, da mesma forma que agiu na maior parte das vezes que entrou em campo.

“A equipe estava numa crescente muito boa. Após a minha lesão, a equipe teve alguns tropeços, e além de perder jogadores importantes, perdeu um pouco a confiança. No futebol, esse é um fator que faz diferença. Acontece, não sei se foi por causa disso. Foi uma coincidência”, avaliou. “Concordo que a equipe não vem fazendo grandes jogos, mas não tem briga, a equipe está unida, a gente brinca bastante, é um grupo maravilhoso. Essa parada foi muito importante pro Marcelo respirar um pouco. Agora a equipe vai para Atibaia, para sair um pouco dessa pressão que a gente está encarando, acho que vai ser muito importante” acrescentou.



Fonte: Gazeta Esportiva
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