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Verdão pede paciência e que torcida “não vaie na hora errada”


Em sua última apresentação antes da decisiva partida contra o Fluminense, o Palmeiras atuou cheio de reservas e com futebol escasso na derrota para o Sport, no Pacaembu, nesse sábado, pelo Campeonato Brasileiro. Foi chamado de “time vagabundo” pela torcida e ouviu que ir à final da Copa do Brasil virou “obrigação”. Mas os jogadores já pedem paciência.
“Durante o jogo, eles precisam ter paciência com alguns jogadores, não começar a xingar e a vaiar o jogador antes da hora. Que apoiem do início ao fim”, solicitou Dudu, que viu Egídio, por exemplo, sofrer com vaias sempre que pegou na bola no fim de semana.

A torcida vem fazendo pressão desde a goleada para a Chapecoense – na rodada seguinte, a organizada Mancha Alviverde expos a faixa “acabou a paciência”. Diante do Sport, o grito foi de que vencer o Fluminense na quarta-feira, no Palestra Itália, por 1 a 0 ou, ao menos, dois gols de diferença “não é mais que obrigação”.

“Espero que não interfira porque havia uma dúvida onde jogaríamos e decidimos por lá pelo torcedor, pela pressão. E achei a opção mais correta”, comentou o técnico Marcelo Oliveira, ressaltando os trabalhos a serem feitos no gramado do estádio, que recebeu shows da banda Muse e da cantora Ariana Grande nesse fim de semana.

“Não posso falar que ficamos felizes com vaia. Quem vai ficar feliz? Mas o torcedor paga o ingresso, vai ao estádio e tem direito de torcer a favor ou vaiar. Respeitamos os torcedores. Isso é uma coisa normal, que acontece em qualquer clube”, minimizou Zé Roberto.

“A torcida vai ao estádio e paga ingresso caro. Está no direito de reclamar e vaiar. Isso não afeta em nada. Só esperamos que na quarta eles lotem, apoiem e façam do estádio um caldeirão, como vêm fazendo. Tenho certeza de que vamos jogar bem na quarta, classificar para a final e o torcedor sairá do estádio orgulhoso”, apostou Dudu

Fonte: Gazeta Esportiva
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