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Palmeiras sofre sete gols de bola parada nos últimos 11 jogos


Logo após a sofrida vitória sobre o Flamengo, por 4 a 2, no dia 16 de agosto, o técnico Marcelo Oliveira reconheceu que ainda procurava a formação ideal para a zaga do Palmeiras. Quase um mês depois, o problema permanece. Nos últimos onze jogos, no Brasileiro, o time sofreu sete gols de bolas paradas. Os adversários foram Sport, Atlético-PR, Flamengo, Atlético-MG, Corinthians (2) e Inter.
 

Após a derrota sobre o Internacional, por 1 a 0, em Porto Alegre, novas reclamações sobre o sistema defensivo, principalmente nas jogadas de bola parada. “Estamos acostumados a levar gols assim. Infelizmente”, diz Zé Roberto, referindo-se ao gol de bola parada.
 

Mesmo com todos os zagueiros à disposição para o jogo da última quarta-feira - o treinador optou por não levar Victor Ramos ao Sul -, a equipe continua pecando pela desatenção, na visão do treinador. O último jogo em que o Palmeiras não levou gol foi no dia 19 de julho. Desde lá, foram 20 gols sofridos em 12 jogos. Nos últimos dois jogos, o time levou três gols de bola parada (dois contra o Corinthians e um diante do Inter).
 

Nos últimos jogos, o treinador vem apostando na dupla formada por Leandro Almeida e Vitor Hugo. Nas duas partidas anteriores, contra Goiás e o Joinville, os titulares eram Victor Ramos e Vitor Hugo.
O problema, no entanto, não é só a busca da zaga ideal.

 

Desde o começo de agosto, quando o volante Gabriel sofreu uma ruptura nos ligamentos do joelho esquerdo, o Palmeiras tenta encontrar substitutos. Gabriel era o principal marcador do meio de campo e um dos principais jogadores do Campeonato Brasileiro no quesito desarmes. Com Gabriel na equipe, foram seis vitórias e um empate. Sem o volante, o Palmeiras conquistou apenas duas vitórias, um empate e seis derrotas.
 

O técnico Marcelo Oliveira afirma que os erros são, na maioria, por desatenção. "Precisamos acabar com as desatenções. Não tem um culpado, têm responsáveis e todos são", afirmou o treinador após a derrota para o Inter.




Fonte: Estadão
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