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Técnico minimiza titularidade e dá respaldo a Cleiton Xavier


Bicampeão do Campeonato Brasileiro nos dois últimos anos, Marcelo Oliveira continua defendendo que a melhor forma de obter uma campanha vitoriosa é saber administrar um grupo de jogadores. Mesmo após dar ao Palmeiras um sistema de jogo e um ‘onze inicial’, o técnico diz não ligar para a titularidade ou a reserva, e dá garantias que o meia Cleiton Xavier será utilizado.

Repatriado do ucraniano Metalist no primeiro semestre, Cleiton voltou ao Palmeiras, clube que defendeu em 2009 e 2010, com contrato de três anos, mas ainda não empolgou a torcida como em sua primeira passagem. Depois de conviver com lesões musculares nos últimos meses, o que dificultou sua readaptação ao futebol brasileiro, o camisa 8 está ganhando mais chances de atuar e provar seu valor.

“Me anima muito porque ele é um grande profissional, um atleta que treina, que está com muita vontade e é muito obediente taticamente. Coloquei ele de segundo volante (contra o ASA) e ele não só deu combate como participou da jogada do gol lá na frente. É um jogador que tenho certeza que vai ser aproveitado”, disse Marcelo Oliveira em entrevista que será veiculada pela ESPN Brasil nesta terça à noite.

Dando importância ao coletivo, o treinador poupou rótulos como ‘titular’ e ‘reserva’. “Ser titular ou não eu não dou tanta importância para isso, eu quero que todos estejam prontos para jogar. Essa coisa da suplência e da titularidade é muito exaltada aqui no Brasil, o jogador sofre com isso. Não deveria ser assim porque é uma equipe, todo mundo é muito importante e tem que estar preparado”, defendeu.

Ainda sobre as condições de Cleiton Xavier, que atuou como titular contra o ASA, pela Copa do Brasil, e tem entrado cada vez com mais frequência do banco de reservas, Oliveira detalhou o processo de readaptação do atleta. “Acredito que no tempo do Oswaldo ele concorria com o Valdivia, que estava jogando e jogando bem. Eu tive essa situação com o Diego Souza (no Cruzeiro), que voltou e demorou para entrar no ritmo. O ritmo aqui é mais forte, o jogo é mais corrido”, falou, estabelecendo paralelo com o futebol ucraniano.

Fonte: Gazeta Esportiva
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