-

Verdão chega ao G-4, mas técnico afasta imagem de 'Messias'


Marcelo Oliveira assumiu o Palmeiras próximo à zona de rebaixamento e só perdeu na sua estreia, diante do Grêmio, em Porto Alegre. Desde então, foram oito jogos, com sete vitórias (uma delas classificando o time para as oitavas de final da Copa do Brasil) e apenas um empate.

Mas o rótulo de "salvador" não agrada o técnico. Os jogadores não cansam de ressaltar o currículo do chefe, campeão dos dois últimos Brasileiros pelo Cruzeiro. Mas o treinador se vê só como uma peça do trabalho.

"Futebol é uma engrenagem e o técnico é uma peça importantíssima porque escala, prepara e cria as estratégias específicas para cada jogo. Mas pode ganhar, na maioria das vezes, pela preparação, conscientizando os jogadores disso. Sempre digo que precisamos ter a sensação de que ninguém trabalhou mais do que nós, só igual", ensinou Marcelo.

Seus comandados não lhe poupam elogios, embora gostassem do antecessor Oswaldo de Oliveira. "O Oswaldo também teve participação muito importante na formação do elenco, escolhendo os jogadores. E o Marcelo veio com moral de ter sido bicampeão brasileiro. A presença dele, um técnico bicampeão brasileiro, dá uma responsabilidade muito importante dentro de campo", disse o volante Gabriel ao canal Sportv.

Marcelo, porém, não gosta de chamar atenção para si, ressaltando que mesmo suas escolhas podem dar errado. "O jogo é um xadrez. Com convicção, você pode ajudar posicionamento ou atleta e isso pode dar certo ou não, de acordo com a produção do adversário ou do atleta que entrou. Mas o treinador tem importância porque comanda a parte técnica e tática do time", indicou.

O fato é que Marcelo Oliveira está invicto há sete rodadas no Brasileiro e agora o Palmeiras vive forte a esperança do título nacional, estando a quatro pontos do líder Atlético-MG.

 Fonte: ESPN
Share on Google Plus

About Unknown

    Blogger Comment
    Facebook Comment

0 comentários:

Postar um comentário